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"Hi Sheldon! Hi. Hi. Hi." Bem, me chamo Matheus Carneiro, 18 anos, graduando em Psicologia. Sou da Bahia e atualmente continuo vivendo na Bahia. Acredito que cada um possui uma maneira diferente de observar os detalhes. Eu não tenho tanto interesse em grandes mercadorias e nem nos seus preços. Comecei a escrever em 2012 com meu blog pessoal Quatro Fragmentos - vocês podem encontrar meus textos lá - E hoje, resolvi começar esse blog com alguns amigos até que meu livro esteja pronto algum dia desses. Vou contar um segredo: prefiro as quantidades. Qualidades? Vou resumir e falar menos. Frio, boa música, chá e livros. Até mais! Ah não? Então vou tentar fazer as coisas menos idiotas e com mais gorduras.
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10 de abril de 2013




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Já faz um tempo desde que venho pensando em escrever um conto que se desse continuidade. Nada que fosse muito parado, mas que tivesse atração. Sempre escrevi utopias e peguei o gosto disso. Bem, há alguns dias venho trabalhado na ideia de um livro. Talvez, fosse um sonho muito grande a ser conquistado. No momento, não sei o rumo que irá tomar, mas, estou desenrolando uma estória nova.
O conto chamado O Ônibus, irá se passar dentro da mente de um personagem, ainda misterioso, onde farei alguns contrastes com dois mundos: A mente e a realidade. No mundo da realidade, detalhes serão expostos que levarão ao mundo da mente, onde se encontra a estrada que o tal ônibus irá percorrer, levando um romance em suas cadeiras. Para melhor expor a ideia, acabei imaginando algumas perguntas para melhor descrever o que vai acontecer:
Por que esse nome?
R: Bem, eu faço faculdade em uma cidade onde a viagem são quase duas horas até lá. Não misturo a realidade de lá com o conto, mas, peguei a ideia de ônibus e tentar criar um romance vivido dentro dele.
O que você descreverá, é real?
R: Não. São utopias, onde crio o personagem e dou a ele uma estória.
Por que o mistério do nome dos personagens?
R: Imagine um mundo onde as pessoas escondessem seus nomes. Seria um mistério, certo? É o que estou tentando criar. Um mistério, onde sua mente possa viajar também dentro do ônibus.
Deixarei um pedacinho para vocês:
“Fabricado de memórias e desafios. Eu tinha esse poder de prever o futuro, imaginar os penhascos de estranhas florestas, flutuar em um céu cinzento e sei lá, tentava misturar o meu passado nele. Tento não me recordar daqueles olhares azuis perdidos, que quase sem querer, e querendo, me erguia novamente depois de um dia cansativo. Meu quarto costumava ser mais escuro durante as madrugadas das sextas-feiras. Não sei explicar o porquê, mas, era de se perceber que os finais de semana já não tinham o mesmo sentido. Essa noite começava a se tornar um pouco diferente das demais. Era frio. A tensão dos pensamentos não ajudavam, nem mesmo se você estivesse ali, eu acho. A luz amarelada do poste da rua penetrava em forma de um quadrado na parede pelos vidros da janela. Começava as imaginações precisas e exatas sobre como ou o quê. Eu começava a prever algum tipo de felicidade. E sem mais, misturava todo aquele frio com os desejos passados. Meu chá que já não estava tão bom assim, começava a perder a sua função. E eu? Bem, eu tentava me consertar em dias mudos, sem muita ventania.
Madrugada, sem som e nem leitura. Um pouco do calor do chá de hortelã, que foi o único que me restou. Essa semana devo comprar alguns sabores variados. Nada além de olhares invadindo um espaço pequeno num tempo longo. Eu me perguntava como poderia ter feito tanta falta a alguém. Aquelas músicas te traziam para perto e com aquilo, acabei me acostumando por alguns minutos. Comecei a perceber que meu caderno era curto para tanta escrita que tentava encontrar um sentido. Culpava todo aquele frio e sua intensidade. Nesses momentos, eu costumava moldar a tua personalidade conforme os tons amarelados da luz do poste projetada na parede do meu quarto através do vidro da janela. Era de se desejar que as horas demorassem mais que de costume e que o chá não acabasse – pensava. O frio na barriga debaixo do edredom, o perfume do travesseiro macio e a música me faziam tropeçar em medidas cautelosas.” ( O começo, O ÔNIBUS)

Enfim, espero ter tirado algumas dúvidas iniciais. Em breve, estarei criando uma página no Facebook, Twitter e um blog para disponibilizar algumas coisas do conto. Espero que gostem da ideia. Qualquer dúvida, deixe nos comentários!






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Livro: Apaixonada por palavras
Autor: Pimenta, Paula
Editora: Gutenberg - Brasil
Categoria: Infanto- juvenil/ Literatura juvenil
Páginas: 157

Hey, hoje resolvi falar do livro "Apaixonada por palavras" da Paula Pimenta, comprei este livro no fim de 2012, pois comecei a ouvir falar muito bem da autora e isso despertou curiosidade em mim, já que ela é autora de séries de sucesso,Fazendo meu filme e Minha vida fora de série (que eu já deveria ter comprado, mas estou desleixada comigo mesma). Comprei por mera curiosidade e me sinto na obrigação de comprar outros livros dela. 
Ao começar a leitura me deparei com um modo muito aconchegante na escrita dela, como se estivesse falando com a gente, de uma maneira simples e encantadora, são palavras apaixonantes. O título do livro é o mesmo de uma das crônicas e, ao ler o livro, você percebe a paixão dela em e por escrever e acaba se apaixonando pelas palavras por ela escritas. São crônicas fáceis de ler e em um bom ritmo, espero que você leia, ler sempre é muito bom.

Comprar o livro na Livraria Saraiva

"Em "Apaixonada por palavras", lançamento da Editora Gutenberg, em que a protagonista não é Fani ou Priscila. Desta vez, é Paula Pimenta por Paula Pimenta. Narrado em primeira pessoa, o livro reúne 55 crônicas escritas entre 2000 e 2009, que descrevem suas experiências, sentimentos e reflexões. Com a mesma eloquência e fluidez que caracterizam seus romances, Paula Pimenta revela aqui a si própria, com relatos, comentários e ideias de forma clara e envolvente. Como a própria autora descreve: "É rara a ocasião em que não estou com um livro por perto, e mais raro ainda é o momento em que eu não estou com um bloco e uma caneta. Sempre anotando, pensando por escrito". Abordando temas como amor, ciúmes, amizade, esportes, cidadania, e muitos outros, a nova obra da escritora vai certamente agradar a todos que já conhecem a força narrativa e expressiva de Paula Pimenta"

Um beijo!



16 de março de 2013




Ei literatas! Hoje o dia ajudou bastante para uma utopia mais simples. Minhas utopias vocês podem conferir no meu blog pessoal: Quatro Fragmentos. Enfim, vou deixar essa pra vocês. Imaginem!

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- Sete Minutos

"04 de Julho. A noite era fria, sem som. Na verdade o dia foi assim, silencioso. Tudo o que passava na minha mente era desgosto. Eu estava sentada diante da plateia e tudo se movia. Todas aquelas pessoas com famílias, casas, amores pra dar conta, e eu continuava ali. Acendia um cigarro. Não fazia ideia do que realmente me esperava por de trás das portas.

Eu tinha medo. Medo de todos aqueles olhares obscuros e das nuas risadas frias, lembrando da tua mão gelada quando tocava a minha e causava arrepios. Era tudo muito intenso para dois dias, e eu continuava ali. Acendia outro cigarro. Tentava te ligar e tinha medo de não conseguir falar. Imaginava minha língua presa aos pensamentos e ao vazio que me deixava quando descia do ônibus numa sexta-feira à noite. Eu não queria te tentar, e sem muito falar, acho que você conseguia me possuir sem eu menos pensar.

Você se sentia à vontade naqueles dias chuvosos? Eu continuava deitada em lençóis brancos ouvindo as mesmas playlists que só eu compreendia. E te digo tudo e mais um pouco pra não culpar os outros. Fica. Mas se for ficar, que não seja como a maioria que cria o futuro que na realidade já foi desejado. Era um futuro? Eu continuava com medo. Você tinha o poder de fazer tremer a verdade; brilhava com pouco olhar.  Tudo isso era mentalizado, dava passos largos e a vontade de chegar em casa na madrugada era maior do que a de te esquecer.

Não sinto por isso, mas desejaria sentir. Sonhava com sete minutos para esfriar o calor e tomar um chá de morango debaixo do edredom. Sem você e nem você. Era sombrio desenhar as imagens e tentava colorir o que já estava rabiscado. Trancava a porta e respirava por quatro segundos. Nada era tão quieto quanto o barulho das chaves trancando a porta. Eu juro, o meu futuro eu poderia prever."

(Sete minutos, Matheus Carneiro)







Um lugar na janela – Relatos de viagem
Autor: Medeiros, Martha
Editora: L&pm
Categoria: Literatura Nacional / Contos e Crônicas
Número de Paginas : 192


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Sobre a autora: Martha Medeiros nasceu no dia 20 de agosto de 1961. É jornalista, escritora, aforista e poetisa brasileira. Formou-se em 1982 na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre. Trabalhou em propaganda e publicidade, mas logo se sentiu frustrada com a carreira. Quando seu marido recebeu uma proposta de trabalho no Chile, decidiu que uma mudança de país seria uma ótima oportunidade para dar um tempo na profissão. Esta estada de nove meses no Chile, na qual passou escrevendo poesia, acabou sendo um divisor de águas na sua vida. Quando voltou para Porto Alegre, começou a escrever crônicas para jornal e, a partir daí, sua carreira literária deslanchou.

Sobre o Livro: Neste livro estão reunidas crônicas em que Martha Medeiros mostra seu lado viajante do mundo, a cada linha temos a sensação de sermos o(a) acompanhante. Originado das anotações em um caderninho de anotações onde Martha anotava os pontos mais marcantes de suas aventura, o livro é uma viagem e desperta na gente a vontade de sair por aí se aventurando sem medo e sem destino. Comprei o livro porque sou admiradora da Martha desde que li, por acaso, as crônicas dela no jornal Zero Hora e desde então acompanho o trabalho dela e compro os livros.

 "Em "Um lugar na janela", a cronista Martha Medeiros abre espaço para a viajante. Aqui não há nada inventado, tudo aconteceu de verdade: as melhores lembranças, as grandes furadas ainda em tempos pré-internet, as paisagens de tirar o fôlego. A autora de Feliz por nada compartilha com seus leitores as mais afetuosas memórias de viagens feitas em várias épocas da vida, aos vinte e poucos anos e sem grana, depois, já mais estruturada, mas com o mesmo espírito aventureiro, e com diversos acompanhantes: as amigas, o marido, as filhas, o namorado, não importa a companhia, vale até mesmo viajar sozinha.

Com o mesmo estilo pessoal das crônicas, Martha Medeiros transmite aquilo que de melhor se leva de uma viagem: as recordações. É como deixar-se perder num lugar novo – pode ser uma mochilagem pela Europa, uma aventura em Machu Picchu, uma temporada no Chile, poucos dias no Japão – para depois se reencontrar consigo mesma.
Um lugar na janela é um convite para deixar de lado a comodidade do sofá, as defesas e embarcar junto com Martha. O bom viajante é aquele que está aberto a imprevistos, ou seja, a viver."

Compre na Livraria Saraiva.

Boa leitura e até breve!


6 de março de 2013





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Bem, estou tentando ajustar meu tempo, já que está bastante corrido por conta da faculdade. Enfim, essa semana vou começar a ler meu próximo livro: O Monstro de Florença, do Douglas Preston e Mario Spezi.
O livro conta a história real da busca para encontrar e desmascarar o homem que eles acreditavam ser o Monstro. No entanto, uma irônica virada do destino, que repercute as tradições obscuras da história sangrenta da cidade, fez dos próprios Preston e Spezi alvos de uma bizarra investigação policial. O envolvimento dos dois com este caso foi tão profundo e minucioso que a inocência deles chegou a ser colocada em dúvida.
Com o suspense apaixonante dos melhores best-sellers de Preston, O monstro de Florença é uma crônica extraordinária e assustadora de assassinato, multilação, suicídio e vingança.

Qual o meu interesse em um livro sangrento? Sempre gostei de contos policiais, assim, sabe aqueles sem muito romance e com bastante suspense? Bingo! Amo as pausas e os mistérios nesse tipo de leitura. Não comecei a ler, mas já deixo esse ar de surpresa para vocês. Também tenho bastante curiosidades em compreender a mente de pessoas assim, já que curso Psicologia e isso me incentiva muito. Para aqueles ou aquelas que amam esse tipo de leitura, arrisque nesse livro!

Leia mais sobre o livro: Em 2000, Douglas Preston mudou-se para uma pequena villa nas colinas a sul de Florença. Um amigo apresentou-o a Mario Spezi, um repórter criminal lendário que conhecia a fundo a polícia, e foi a partir desse encontro que Preston soube dos crimes do Monstro de Florença. Profundamente intrigado com esta série de duplos homicídios que se desenrolaram entre os anos 70 e 80 e tiveram como vítimas casais enamorados abatidos em momentos românticos, Preston inicia com Spezi uma investigação por conta própria que os levará aos meandros mais bizarros da mente criminosa e da incompetência policial. O Monstro de Florença é um relato verdadeiro e absolutamente fascinante.

Onde posso comprar? Compre já na Livraria Saraiva.